Boas práticas em Medicina Interna
A mesa-redonda dedicada ao tema “Boas práticas em Medicina Interna 2026”, reuniu vários especialistas para discutir modelos inovadores de organização e prestação de cuidados em Medicina Interna, com foco na integração de serviços, proximidade ao doente e eficiência assistencial.
O debate contou com o júri constituído por Luís Duarte Costa, António Martins Baptista, Maria João Lobão, Catarina Mendonça e Nuno Vieira, que acompanharam as diferentes apresentações e respetivas discussões.
A sessão abriu com a apresentação do Centro Geriátrico de Oliveira de Azeméis, por Gonçalo Sarmento, que destacou a importância de respostas especializadas para a população idosa, num contexto de crescente complexidade clínica. Seguiu-se a apresentação da Clínica de Ambulatório de Medicina Interna (CAMI), por Ana Corte Real, centrada na otimização do acompanhamento em regime de ambulatório e na articulação com outros níveis de cuidados.
A Consulta de Diagnóstico Rápido (CDR) foi apresentada por Lucas Diaz Ruiz, sublinhando o impacto deste modelo na redução de tempos de diagnóstico e na melhoria da resposta clínica em situações complexas.
Um dos momentos de destaque foi a apresentação sobre a nova arquitetura dos cuidados na hospitalização domiciliária do Hospital de Cascais, por Elisabete Brum Bento de Sousa, que evidenciou a expansão deste modelo como alternativa segura e eficiente ao internamento convencional, promovendo maior conforto e segurança para os doentes.
Seguiu-se a apresentação do projeto “SarcoRecuperar: Conhecimento e cuidados integrados”, por Ana Rita Belo Duarte Silvério Pires, centrado na abordagem multidisciplinar e integrada de doentes com sarcoidose, reforçando a necessidade de continuidade de cuidados.
Por fim, foi apresentada a Unidade de Suporte ao Doente Crónico Complexo (USDCC) – ULSGE, por Pedro Magalhães, que destacou a importância de estruturas dedicadas à gestão integrada de doentes com patologia crónica complexa.
(21/06/2026)




