Questionário preparatório da Reunião de Diretores de Serviço e Orientadores de Formação em Medicina Interna, 12 de dezembro de 2026

Questionário Preparatório — Reorganização Hospitalar (SPMI) 12dez2026

Reunião de Diretores de Serviço e Orientadores de Formação em Medicina Interna
Tema: Reorganização Hospitalar · 12 de dezembro · Hotel S. Divine, Fátima

Caro(a) Colega, mais do que fotografar a realidade atual, este questionário procura sobretudo conhecer a sua visão e as suas ideias para o futuro da Medicina Interna nos quatro pontos que estruturam a reunião de 12 de dezembro. Em cada ponto encontra uma pergunta rápida sobre a situação atual do seu serviço, um conjunto de afirmações para posicionar a sua opinião (basta assinalar) e um espaço aberto para as suas propostas e ideias. O preenchimento demora cerca de 10-12 minutos.

Prazo de resposta: até 31/10/2026

Nota de confidencialidade: as respostas individuais não serão divulgadas; as apresentações na reunião mostrarão apenas resultados agregados e anónimos.

Identificação

Género
Cargo

(ajuda a contextualizar as respostas na síntese nacional)

1. Articulação e Papel da MI no Serviço de Urgência

Realidade atual (resposta rápida)

A articulação atual MI–SU é:
Existe admissão direta a MI sem passagem pelo SU?

Visão de futuro — o seu grau de concordância
Escala: 1 = Discordo totalmente · 5 = Concordo totalmente

A MI deve ter uma equipa dedicada e permanente no SU, e não apenas rotativa
Deve existir admissão direta a MI para a generalidade dos doentes crónicos complexos
A gestão de fluxos de doentes complexos deve ser da responsabilidade da MI, não do SU
Deve existir um protocolo nacional uniformizado de referenciação SU–MI

2. Modelo Departamental

2a. Relação da MI com outras especialidades médicas

Realidade atual (resposta rápida)

O seu serviço integra atualmente um Departamento Médico?

Visão de futuro — o seu grau de concordância
Escala: 1 = Discordo totalmente · 5 = Concordo totalmente · N/A = Não aplicável ao meu serviço

O modelo departamental deve ser a estrutura-regra a nível nacional para a MI
O serviço de MI deve manter autonomia orçamental e de recursos humanos dentro do departamento
A direção do departamento deve ser rotativa entre as especialidades que o integram
Deve adotar-se um modelo colegial de direção do departamento de Medicina/Especialidades Médicas, com adjuntos por área

2b. Unidades Funcionais Multidisciplinares

Realidade atual (resposta rápida)

O seu serviço tem atualmente alguma unidade funcional organizada (agudos, cuidados intermédios, insuficiência cardíaca, hospitalização domiciliária, etc.)?

Visão de futuro — prioridades nacionais (assinale até 3)

Visão de futuro — prioridades nacionais
Assinale no máximo 3 opções.

Visão de futuro — o seu grau de concordância
Escala: 1 = Discordo totalmente · 5 = Concordo totalmente

Estas unidades devem ter equipas dedicadas, mesmo que isso reduza a flexibilidade da escala geral
A criação destas unidades deve obedecer a critérios nacionais mínimos de volume/complexidade

2c. Cogestão da MI aos Doentes Cirúrgicos

Realidade atual (resposta rápida)

Existe cogestão com especialidades cirúrgicas no seu hospital?

Visão de futuro — o seu grau de concordância
Escala: 1 = Discordo totalmente · 5 = Concordo totalmente · N/A = Não aplicável ao meu serviço

A cogestão deve ser generalizada a todos os doentes cirúrgicos de alto risco/idosos complexos
Nestes doentes, a MI deve assumir responsabilidade clínica principal, e não apenas consultoria
Deve ser criado um modelo nacional-tipo de cogestão, replicável entre hospitais
Na sua opinião, quais os indicadores mais relevantes para monitorizar um programa de cogestão?
Assinale no máximo 3 opções — esta informação apoia diretamente a sessão do Tema 2c.

3. Espaço Livre